sexta-feira, 27 de abril de 2012

Curso Controle Financeiro

Curso Alavancar.me – CONTROLE FINANCEIRO UM NOVO NEGÓCIO DENTRO DO SEU NEGÓCIO


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pague

Um bom controle financeiro é fundamental para o sucesso de todo empreendimento. O curso Alavancar.me busca, de maneira objetiva, apresentar as principais práticas e procedimentos para uma eficiente gestão financeira.
  • Entenda por que não é possível tomar decisões sem planejamento e sem controles financeiros;
  • Aprenda quais são as visões necessárias para uma melhor gestão;
  • Saiba como é possível desenvolver um bom planejamento e como gerar informações confiáveis e instrumento de controle, que vão permitir tornar sua empresa mais lucrativa.

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Poesia Barata ou Filosofia de Butequim?

Misterios da Vida

Grandes buscas
Grandes sonhos
desejos maciços e permanente
Na infinita aflissão de saciar o insaciavel

Na busca de novas Horizontes
De novos sorissos
De novas Verdades
Diferentes do contidiano, da mesmeci, do monoto, sem saber que o novo dura a infinidade de um instante
e novo brinquedo deixa de ser novo, para se desbota na certeza da repetição monotana do dia a dia

Procuramos distantes
Empreeitando grandes Jornadas
Para descubrir ao fim
Que tudo aquilo que tanto buscamos esta extamente no ponto em que partimos
Descubrimos que a satisfação não esta em novas paisagens
e sim em uma nova forma de olhar a mesma paisagem

Neste momento enchergamos que a perfeição e utopica
Que não é o perfeito que mundo o mundo
é o necessario
e assim seguimos
Vencendo nosso maior adiversario
que todo dia nos da bom dia
quando olhamos no espelho

Thiago Lavor

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Muito interessante!

Veajm como é intreessnate nsoso céerbro: De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as lrteas de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e utmlia lrteas etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma bçguana ttaol que vcoê pdoe anida ler sem pobrlmea. Itso é poqrue nós não lmeos cdaa lrtea isladoa, mas a plravaa cmoo um tdoo.
Sohw de bloa!
Enetdeu?

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Pranayama e sua importância

Etimologicamente, a palavra sânscrita pranayama significa domínio (yama) sobre o prana. A maioria dos autores conceitua como a suspensão voluntária do alento, isto é, do prana, e é o objetivo comum que todos eles apontam para os vários exercícios respiratórios, constituído o “ abre-te sésamo” para a trascendência e a libertação.

O venerável Swami Vivekananda narra uma parábola ilustrando a importância do pranayama.

Conta-se que o ministro de um grande rei caiu em desgraça. Como conseqüência, o rei mandou encerra-lo na cúspide de muita elevada torre. Assim se fez, e o ministro foi relegado a ali consumir-se, Ele contava, porém, com uma fiel esposa, que à noite foi à torre e, chamando o marido, perguntou-lhe que poderia fazer para facilitar a fuga. Respondeu-lhe que na noite seguinte voltasse trazendo uma corda grossa, um forte barbante, um carretel de fio de cânhamo e um outro de fio de seda, um besouro e um pouco de mel. Muito admirada, a boa esposa obedeceu e lhe trouxe os objetos pedidos. Então o marido lhe disse que atasse a extremidade do fio de seda ao corpo do besouro, que lhe untasse os chifres com uma gota de mel e que o colocasse sobre a parede da torre, deixando-o em liberdade e com a cabeça voltada para o alto. Assim ela fez e o besouro principiou sua viagem. Sentindo o cheiro de mel diante de si, trepou lentamente, com a esperança de alcançá-lo, até que chegou ao cume da torre. Apoderando-se então do besouro, encontrou-se o ministro na posse de um dos extremos do fio de seda. Nessa situação, disse à esposa que unisse no outro extremo o fio de cânhamo e, depois que este foi puxado, repetiu o processo com o barbante e finalmente com a corda. O restante foi fácil: o ministro conseguiu sair da torre por meio da corda, evadindo-se. Em nossos corpos, continua o yogui Vivekananda, o alento vital é o fio de seda e, aprendendo a dominá-lo, apoderamo-nos do fio de cânhamo das correntes nervosas, destas fazemos outro tanto com o forte barbante de nossos pensamentos e, finalmente, apoderamonos da corda do prana, com a qual logramos a libertação.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Uma pessoa com vontade de ser feliz pratica as seguintes ações diárias


§ Elogia as pessoas.

§ Tem um aperto de mão firme.

§ Olha as pessoas nos olhos.

§ Gasta menos do que ganha.

§ Sabe perdoar a si e os outros.

§ Trata os outros como gostaria de ser tratado.

§ Faz novos amigos.

§ Não adia uma alegria.

§ Sabe guardar qualquer segredo.

§ Surpreende a quem com presentes inesperados.

§ Sorri sempre.

§ Aceita sempre uma mão estendida.

§ Paga suas contas em dia.

§ Não reza para pedir as coisas e sim para agradecer e pedir sabedoria e coragem.

§ Dá as pessoas uma segunda chance.

§ Ser humilde, principalmente nas vitórias.

§ Não priva as pessoas de uma esperança. Pode ser que ela só tenha isso.

§ Investe em seu conhecimento obtendo todas as informações possível, pois ninguém pode te tirar o que sabe. Socialize suas informações isso faz muito bem.

sábado, 29 de dezembro de 2007

O HAVER

Resta, acima de tudo, essa capacidade de ternura
essa intimidade perfeita com o silêncio.
Resta essa voz íntima pedindo perdão por tudo.
Perdoai: eles não têm culpa de ter nascido.
Resta esse antigo respeito pela noite
esse falar baixo
essa mão que tateia antes de ter
esse medo de ferir tocando
essa forte mão de homem
cheia de mansidão para com tudo que existe.
Resta essa imobilidade
essa economia de gestos
essa inércia cada vez maior diante do infinito
essa gagueira infantil de quem quer balbuciar o inexprimível
essa irredutível recusa à poesia não vivida.
Resta essa comunhão com os sons
esse sentimento da matéria em repouso
essa angústia da simultaneidade do tempo
essa lenta decomposição poética
em busca de uma só vida
de uma só morte
um só Vinícius.
Resta esse coração queimando
como um círio numa catedral em ruínas
essa tristeza diante do cotidiano
ou essa súbita alegria ao ouvir na madrugada
passos que se perdem sem memória.
Resta essa vontade de chorar diante da beleza
essa cólera cega em face da injustiça e do mal-entendido
essa imensa piedade de si mesmo
essa imensa piedade de sua inútil poesia
de sua força inútil.
Resta esse sentimento da infância subitamente desentranhado
de pequenos absurdos
essa tola capacidade de rir à toa
esse ridículo desejo de ser útil
e essa coragem de comprometer-se sem necessidade.
Resta essa distração, essa disponibilidade,
essa vagueza de quem sabe que tudo já foi,
como será e virá a ser.
E ao mesmo tempo esse desejo de servir
essa contemporaneidade com o amanhã
dos que não tem ontem nem hoje.
Resta essa faculdade incoercível de sonhar,
de transfigurar a realidade
dentro dessa incapacidade de aceitá-la tal como é
e essa visão ampla dos acontecimentos
e essa impressionante e desnecessária presciência
e essa memória anterior de mundos inexistentes
e esse heroísmo estático
e essa pequenina luz indecifrável
a que às vezes os poetas tomam por esperança.
Resta essa obstinação em não fugir do labirinto
na busca desesperada de alguma porta
quem sabe inexistente
e essa coragem indizível diante do grande medo
e ao mesmo tempo esse terrível medo de renascer
dentro da treva.
Resta esse desejo de sentir-se igual a todos
de refletir-se em olhares sem curiosidade, sem história.
Resta essa pobreza intrínseca, esse orgulho,
essa vaidade de não querer ser príncipe senão do seu reino.
Resta essa fidelidade à mulher e ao seu tormento
esse abandono sem remissão à sua voragem insaciável.
Resta esse eterno morrer na cruz de seus braços
e esse eterno ressuscitar para ser recrucificado.
Resta esse diálogo cotidiano com a morte
esse fascínio pelo momento a vir, quando, emocionada,
ela virá me abrir a porta como uma velha amante
sem saber que é a minha mais nova namorada.

Composição: Vinicius de Moraes